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Monday, May 16, 2011

Vem brincar:

faz de conta que és uma criança e eu um balão flutuante, redondo, vermelho, atado ao teu pulso por um cordel. Não me deixes voar para longe, tenho medo da noite e do espaço. O espaço deve ser uma imensa solidão sem música. Não é lugar para um balão vermelho como eu.


Wednesday, May 11, 2011

Tinha de ser...

uma varanda sobre o mar ao fim da tarde, e a dança dos corpos (planos de luz interceptados)

"É, só eu sei, quanto amor eu guardei
Sem saber que era só pra você
É, só tinha que ser com você
Havia de ser pra você
Senão era mais uma dor
Senão não seria o amor
Aquele que a gente não vê
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você

É, você que é feito de azul
Me deixa morar neste azul
Me deixa encontrar minha paz
Você que é bonito demais
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você
Você sempre foi só de mim
Que eu sempre fui só de você
Você sempre foi só de mim"

Os 30 anos

sobre a morte de Bob Marley deixam-me a pensar em duas coisas:

1. Há pessoas que vivem jovens para sempre.
2. Já só faltam 3 anos para os meus 30... (humpf)

Sunday, May 8, 2011

Saturday, April 23, 2011

voz da consciência

O Corpo esteve a pedir-me dança todo o dia. E, não fosse o Grilo Falante aos berros_EXAME DE HOJE A OITO!_tinha-lhe feito a vontade. Até amanhecer. Assim, seu Grilo chato, resta-me dançar só esta música, antes de afocinhar nas Práticas Processuais Civis.



cazz ai uóna teik iu dauntaaaauunn...!

Sunday, April 17, 2011

de mãos dadas



Gracias a tu cuerpo doy
Por haberme esperado
Tuve que perderme pa'
Llegar hasta tu lado

Gracias a tus brazos doy
Por haberme alcanzado
Tuve que alejarme pa'
Llegar hasta tu lado

Gracias a tus manos doy
Por haberme aguantado
Tuve que quemarme
Pa'llegar hasta tu lado

Sunday, April 10, 2011

Há bandas sonoras maravilhosas, não há?



Tu me acostumbraste
A todas esas cosas
Y tu me enseñaste
Que son maravillosas
Sutil llegaste a mi
Como una tentación
Llenando de ansiedad
Mi corazón.

Yo no comprendia
Como se queria
En tu mundo raro
Y por ti aprendi
Por eso me pregunto
Al ver que me olvidaste
Por qué no me enseñaste
Como se vive sin ti?

Friday, April 1, 2011

wouldn't it be nice...

...to have enough space to do this at work's locker rooms?

Tuesday, March 29, 2011

A Jimi...


...parece saber sempre o que estou a sentir. Por isso é que hoje ainda não parou de me dar mimo. Ela e o homónimo, às voltas na aparelhagem.


Saturday, March 12, 2011

Trautear

Hoje é dia de limpezas. Avental, pano do pó e canções trauteadas a meia voz. Como esta:

Friday, March 11, 2011

Sunday, March 6, 2011

Quiet love

Antes de ir podar videiras com o meu pai, vim só aqui deixar esta pérola, oferecida pelo Zé, via FB. (merci, José!)

Sunday, February 20, 2011

cisne negro

O que nos mata (ou nos impede de viver, que é o mesmo) é essa imagem de nós próprios que cravamos fundo nas entranhas e um dia nos fará esvair em sangue quando acordarmos e percebermos que não era verdadeira, de tanto ignorarmos os subtis avisos de um restolhar de asas.
Já agora: podem fazer mil e um filmes. Dançá-lo todas as noites, em todos os palcos do mundo. Pyotr Ilyich Tchaikovsky não perde a grandeza.


Saturday, February 19, 2011

brutal hearts



Do melhor que ouvi nos últimos tempos... (Thanks, Blanket! Ou, como diz a outra: sanks!)

Wednesday, February 16, 2011

Wednesday, February 9, 2011

Sunday, January 30, 2011

fechada no quarto

à conversa com o Jeff. a voz dele entra-me pelos poros e é maravilhoso e assustador. o escuro é tudo o que me apetece, enquanto espero no fogo.

Saturday, January 29, 2011

um sábado à tarde em 1996

Em 1996 eu ainda tinha dentes de leite a querer cair. E a minha ocupação principal dos sábados à tarde era ouvir música. Só. Sem fazer mais nada. Por essa altura acabou-se o reinado do "Best of Jimi Hendrix" a tocar ininterruptamente no leitor de CD's do meu irmão, porque eu tinha recebido, no Natal, o meu primeiro CD: "Jagged Little Pill", da Alanis Morissette. Lembro-me desse presente com mais nitidez do que de qualquer outro porque, dos dois pedidos que alguma vez fiz aos meus pais de presentes de Natal, foi o único que eles me satisfizeram. O outro foi uma pista de carros (vivo até hoje traumatizada).
O álbum trazia uma coisa absolutamente fantástica: o livrinho com as letras das canções. Em boa hora. Em 1996, e graças à Alanis, melhorei substancialmente o meu Inglês. E tudo porque arranjei um caderninho onde, com muita paciência, ía traduzindo, com a ajuda do dicionário, a letra de cada canção. Se os meus pais soubessem as ideias que esse álbum trazia dentro, ter-me-íam dado a pista de carros dos meus sonhos.
E devo acrescentar que, ainda hoje, acho que não há uma única faixa do álbum que não seja excelente.






fim de semana e do estado febril

estou... contente!!