Showing posts with label cinema. Show all posts
Showing posts with label cinema. Show all posts

Wednesday, April 27, 2011

Little April shower

fazemos uma pausa no estudo para reclamar frontalmente contra uma descoberta de última hora: aquele Ser que manda nas condições climatéricas tem a distinta lata de me oferecer belos dias de sol, céu limpo e amenas temperaturas quando tenho que estar encarcerada a estudar para o exame de agregação, para depois mandar vir toda a chuva de Abril para o fim-de-semana, impossibilitando a minha permanência na esplanada do Tropical, sob pena de beber finos diluídos.


Não contente com tal castigo, obrigar-me-á a levantar voo com cerca de 18ºC, para me fazer aterrar na capital francesa com temperaturas abaixo dos 5ºC.


Pergunto-me quem terá subornado o Senhor do tempo para tais actos profundamente ilícitos. E acho que sei a resposta...

Já vos tinha dito que "Bambi" é dos meus filmes preferidos? E que saíu em DVD? E que faço anos em Agosto?

Sunday, April 10, 2011

Há bandas sonoras maravilhosas, não há?



Tu me acostumbraste
A todas esas cosas
Y tu me enseñaste
Que son maravillosas
Sutil llegaste a mi
Como una tentación
Llenando de ansiedad
Mi corazón.

Yo no comprendia
Como se queria
En tu mundo raro
Y por ti aprendi
Por eso me pregunto
Al ver que me olvidaste
Por qué no me enseñaste
Como se vive sin ti?

Sunday, April 3, 2011

tear me apart...



Sam Riley é a sexyness total...

Saturday, March 26, 2011

Hoje há (muito) bom cinema na 2

Há folgas que valem muito a pena. Hoje é noite de rever "A outra margem". Peguem nas mantinhas e, se sensíveis como eu, nos lenços de papel e enjoy!


Sunday, February 27, 2011

The "O" night

Eu sei que tinha prometido nunca mais dar a mínima importância a uma Academia que não entregou o óscar de melhor filme ao Babel. Mas é mais forte que eu: noite de óscares é noite de óscares. Não vou dar palpites. Não posso, porque não vi todos os filmes nomeados, e estaria a ser muito injusta. Mas vou dizer por quem vou torcer esta madrugada, se conseguir não adormecer irremediavelmente durante a atribuição dos óscares nas categorias técnicas:

Iñarritu devia ganhar uma estatueta por "Biutiful", na categoria de melhor filme estrangeiro. Já fez coisas bastante melhores, é verdade: Babel, Amor Cão, 21 gramas. Sou uma fã incondicional do seu trabalho. Intrincado, duro, difícil de digerir, mas que fica na nossa cabeça tanto tempo depois de acesas as luzes da sala. Iñarritu vai ser sempre o meu realizador preferido.


E em "Biutiful", o desempenho de Javier Bardem é tão absolutamente brilhante, que não consigo imaginar mais ninguém a sair vencedor como melhor actor. Além disso, como é que eu não iria torcer pelo Bardem? (hot hot hot)

Devo dizer, no entanto, que os pequenos actores que são filhos de Bardem em "Biutiful" também deviam ser fortemente premiados. E a gaja feiosa mas muito talentosa que faz de ex-mulher.


Como melhor actor secundário, faço figas pelo Christian Bale. O homem é um camaleão. Basta.


Apesar de Melissa Leo ser a grande favorita ao Óscar de melhor actriz secundária, preferia que ganhasse a estranhíssima Helena Bonham Carter. Por isso mesmo: a estranheza.


Natalie Portman vai ser oscarizada pelo desempenho em Black Swan. E acho muito bem. A interpretação dela é o que o filme tem de melhor.


Este ano não tenho favorito na categoria de melhor filme. Nem me apetece torcer por nenhum. É da maneira que não me decepciono.


E porque é que o Tchaikovsky não é candidato à categoria de melhor banda sonora? hein??








Sunday, February 20, 2011

cisne negro

O que nos mata (ou nos impede de viver, que é o mesmo) é essa imagem de nós próprios que cravamos fundo nas entranhas e um dia nos fará esvair em sangue quando acordarmos e percebermos que não era verdadeira, de tanto ignorarmos os subtis avisos de um restolhar de asas.
Já agora: podem fazer mil e um filmes. Dançá-lo todas as noites, em todos os palcos do mundo. Pyotr Ilyich Tchaikovsky não perde a grandeza.


Sunday, January 30, 2011

let's look at the trailer

Há anos à espera de mais outra pérola dessa ostra chamada Iñarritu. Cá está ela. Redonda, nacarada. E com o Javier Bardem lá dentro. Mal posso esperar para ver.


Sunday, January 23, 2011

the eternal sunshine of you in my mind

E se um louco quisesse apagar-te da minha memória? Morreria a tentar, sem nunca conseguir...

Thursday, April 15, 2010

Música no coração

Como introdução, tenho algumas confissões embaraçosas a fazer:


1. "Música no Coração" foi, durante anos e anos, o meu filme preferido. Vi-o centenas de vezes e ainda hoje sei todos os diálogos e canções de cor.

2. Tenho a certeza absoluta que, se visse hoje o filme, voltaria a chorar na cena em que a Madre Superiora canta "Climb every mountain."

3. Quando tenho insónias ou estou cheia de medo, canto para dentro todas a músicas do filme, por ordem, e geralmente consigo sempre adormecer depois do "Edelweiss".


Agora que estou cheia de vergonha, já vos posso dizer que decidi finalmente responder a uma pergunta que fiz a mim mesma muitas vezes: o que é feito dos actores e actrizes que interpretaram os sete filhos do Capitão Von Trapp? Rápida pesquisa e eis os resultados:






http://www.angela-cartwright.com/soundof.htm

Para quem tinha a mesma curiosidade que eu, cliquem lá, que vale a pena.

E agora, que já se faz tarde... So long, farewell, aufwiedersehen, goodbye... lalala!



Tuesday, December 8, 2009

No final, o Amor

Hoje revi "Cinema Paraíso". Já me tinha esquecido de como é absolutamente maravilhoso. Ou talvez não me tivesse apercebido antes. Há filmes assim, e livros. De cada vez que os revemos, é como se fossem algo novo, despertam emoções desconhecidas, provocam lágrimas ou sorrisos por motivos diferentes. Quando voltar ao "Cinema Paraíso" daqui a dez anos talvez não me lembre já do que senti hoje e chore por razões completamente diferentes.
Mas há algo que não muda e que é real como uma pedra: no final, resta sempre (e só) o Amor.


Thursday, October 29, 2009

Chieko


Chieko é das melhores personagens cinematográficas de sempre. Complexa, quase labiríntica, ela ultrapassa o óbvio: a adolescente surda-muda revoltada no seu silêncio. Ela é uma menina a pedir aos gritos que a amem. Ela é uma mulher inteira, com a profunda consciência do seu corpo e a certeza de ser invisível, a estender tentáculos desesperados para lado nenhum.